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Regulamentação das criptomoedas é prioridade para Organizações Financeiras, 24 países atendem ao chamado.

“Devemos ser donos do nosso próprio dinheiro, e nossa moeda não deve pertencer a nenhum governo”. Acredito que esse foi o intuito da criação da Bitcoin, quando Satoshi Nakamoto criou a criptomoeda. Hoje não somente temos a bitcoin, mais diversas outras criptomoedas no mercado, e para ser considerada uma criptomoeda, é preciso seguir exatamente o entendimento narrado acima. Uma moeda que não responde diretamente a nenhuma governo, empresa ou pessoa, uma moeda descentralizada.

As “moedas digitais” ou criptomoedas colocaram na mesa uma oportunidade que a muito não se existia, a liberdade financeira das pessoas. Não depender de bancos e seus horários de funcionamento, não ser cercado de taxas altíssimas para qualquer tipo de transação e movimentação do próprio dinheiro, como ocorre em transação de debito e crédito, isenção de impostos e mais impostos e até mesmo a eliminação de burocracias desnecessárias têm colocado em alerta a rede bancaria, seja de bancos centrais ou bancos convencionais privados.

Hoje é observado como uma ameaça real a essas organizações o avanço das criptomoedas, considerando o significado que elas trazem com elas. Com taxas com valores muito mais baixos, transações a qualquer momento e em qualquer lugar e com possibilidade quase inexistente de indisponibilidade de serviços elas surgem como grande rival das moedas fiduciárias.

Sendo assim, o FMI (Fundo Monetário Internacional) aliado a 24 países buscam a regulamentação das criptomoedas em uma tentativa de conter ou ao menos atrasar o avanço do sistema, aproveitando que ainda não foram assimiladas pelo comércio as possibilidades novas existentes.

Em parceria com o Banco Mundial, a FMI busca entrar nesse sistema também com a criação de sua própria criptomoeda, ainda que a única lição possa ser somente o aprendizado em relação à tecnologia.

Ao todo são 11 instituições financeiras e 24 países que responderam a convocação para regulamentar as “moedas digitais”. E as justificativas giram em torno do que muito já se ouve, corroboração com crime de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Mesmo que em uma analise rápida e se considerássemos esse argumento como verdadeiro, as moedas fiduciárias já são participantes ativas desses crimes.

Porém, o real temor que pode existir para os governos se da ao fato das criptomoedas não correrem pelos órgãos de fiscalizações governamentais, o que acaba impossibilitando a cobrança de impostos e para os órgãos e instituições financeiras a concorrências neste mercado gerará uma perda financeira gigantesca e dará liberdade neste setor à qualquer pessoa.

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